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Matheus Galdezani foi um dos destaques da vitória do Operário-MS
Por: Soares Filho | 26/02/2026 08:59
O Operário Futebol Clube viveu uma noite histórica nesta quarta-feira (25), em Arapiraca (AL). No Estádio Coaracy da Mata Fonseca, o tradicional Fumeirão, o Galo venceu o ASA por 2 a 1 e garantiu vaga na terceira fase da Copa do Brasil.
Mais do que uma simples classificação, o resultado representa um marco duplo: é a primeira vez que o Operário elimina um clube do Nordeste na história da competição, além de simbolizar a primeira grande conquista do Operário FC na era SAF, sob a gestão dos irmãos Maluf, Ivando, Marcelo e Eduardo.
A vitória também assegurou mais R$ 950 mil aos cofres alvinegros, valor que se soma aos R$ 830 mil recebidos pela participação na segunda fase, fortalecendo o caixa e o projeto esportivo da nova administração.
Quebra de tabu e afirmação nacional
Até então, o Operário nunca havia eliminado uma equipe nordestina na Copa do Brasil. Jogando em um dos ambientes mais hostis do futebol alagoano, o Galo demonstrou personalidade, maturidade tática e eficiência para superar o ASA, que apostava na força do Fumeirão e na tradição em competições nacionais.
O feito amplia a presença nacional do clube sul-mato-grossense e reforça sua capacidade competitiva fora de casa.
Coincidências do destino: o Fantasma contra o Fantasma
A classificação também carrega simbolismos curiosos. Assim como em 2023, quando o Operário venceu o Operário Ferroviário-PR em Campo Grande pela primeira fase da Copa do Brasil, o Galo voltou a eliminar um adversário cujo mascote também é o Fantasma.
Se naquela ocasião a vitória consolidou o clube no cenário nacional, três anos depois o roteiro se repetiu — desta vez fora de casa, diante de outro “Fantasma”. Coincidências que alimentam o imaginário da torcida operariana e reforçam a identidade histórica do clube.
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