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Terça-feira, 05 de Julho de 2022

Notícias/Policial

Além de alunos de medicina, grávidas também são usadas como 'mulas' de traficantes estrangeiros, diz polícia

Mato Grosso do Sul conta com Departamento de Operações nas Fronteiras (DOF) que atua de forma extensiva nas cidades fronteiriças.

Além de alunos de medicina, grávidas também são usadas como 'mulas' de traficantes estrangeiros, diz polícia
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Além de estudantes de medicina, traficantes utilizam mulheres grávidas, mães com crianças e universitários de outros cursos como "mulas" para levarem drogas do Paraguai para outros estados brasileiros, como explica o tenente-coronel e representante do Departamento de Operações da Fronteira (DOF), Wagner Ferreira da Silva.

"O crime tem dinamismo, busca mudar toda hora as estratégias e métodos. Rapidamente mudam o procedimento para tentar introduzir o ilícito. As 'mulas' já foram utilizadas como estratégia em outros momentos, menores já foram utilizados. Mulheres com criança e grávidas são utilizadas também. Os traficantes prendem as drogas no corpo das mulheres. Agora, estamos vendo essa facilidade dos estudantes", relata o policial militar.

Uma das principais rotas dos entorpecentes que saem do Paraguai é o Mato Grosso do Sul, em específico, Ponta Porã, cidade sul-mato-grossense, que é vizinha ao município paraguaio de Pedro Juan Caballero.

Após denúncia de que alunos de medicina brasileiros que estudam fora do país receberiam até R$ 5 mil de traficantes estrangeiros para transportarem drogas em malas, o g1 MS procurou o DOF para entender como a prática é vista pelos policiais que atuam diretamente com casos de tráfico internacional.

Para o tenente-coronel Wagner Ferreira da Silva, o uso das "mulas" - pessoas que são usadas para transportar drogas - é uma das estratégias utilizadas por traficantes para que o ilícito seja encaminhado ao "mercado" brasileiro. O representante do DOF destaca que este nova forma de tráfico já foi muito usada em 2019 e que vem voltando com mais frequência.

FONTE/CRÉDITOS: G1
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