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Domingo, 03 de Julho de 2022

Notícias/Saúde

Boletim da Fiocruz indica aumento de casos de síndrome respiratória em MS

Tendência é de crescimento de casos no longo prazo, segundo boletim.

Boletim da Fiocruz indica aumento de casos de síndrome respiratória em MS
Divulgação
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Um levantamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra indícios de crescimento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre adultos em Mato Grosso do Sul no fim do mês de abril.

Segundo o boletim Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (12), 17 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo.

Quando considerada as capitais, Campo Grande não aparece entre as com tendência de crescimento de casos no longo prazo.

Os dados mostram que a covid-19 é a principal causa do aumento.

Os casos de Covid-19 apontam interrupção de queda entre as notificações de casos positivos. As notificações de Covid correspondem a 37% dos casos de SRAG.

A maioria dos registros é de vírus sincicial respiratório, correspondendo a 41,2% dos casos de Síndrome Respiratória Aguda, geralmente restritos a crianças pequenas.

O estudo tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 9 de maio. 

País
O Infogripe mostra que entre as mortes, em todo o Brasil, a causa que prevalece é a covid-19 (81,6% dos casos); em seguida, o VSR (8,5%), a Influenza A (2,8%) e a Influenza B (0,7%).

Quanto aos casos, a estimativa é de 5 mil, em média, na primeira semana de maio, número superior aos 4,7 mil casos da última semana de abril.

Além de Mato Grosso do Sul, apresentam sinal de crescimento nos casos de SRAG na tendência de longo prazo, ou seja, considerando as últimas seis semanas: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

Em Minas Gerais, há sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo, ou seja, considerando os últimos três meses.

FONTE/CRÉDITOS: Correio do Estado
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