Portal do MS - Sua fonte de notícias de Mato Grosso do Sul

Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022

Notícias/Política

Comissão da Câmara aprova convocação de ministro da Economia

Ministro da Economia foi convocado pela Comissão de Segurança Pública para falar sobre o aumento salarial de agentes de segurança que recebem recursos da União.

Comissão da Câmara aprova convocação de ministro da Economia
© Tânia Rêgo/Agência Brasil
IMPRIMIR
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (7) a convocação do ministro da Economia, Paulo Guedes. Por se tratar de convocação, o ministro é obrigado a comparecer à comissão. A data da audiência ainda será definida.

O requerimento, assinado pelos deputados Luis Miranda (Republicanos-DF) e Subtenente Gonzaga (PSD-MG), pede que Guedes fale sobre o aumento salarial prometido pelo presidente Jair Bolsonaro aos agentes de segurança que recebem recursos da União, como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal, Polícia Civil do DF, Polícia Militar do DF e Corpo de Bombeiros Militar do DF.

Os autores da proposta alegaram que, em audiência pública na própria comissão, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, disse que enviou as propostas das entidades de classe ao Ministério da Economia e que toda a tratativa sobre o assunto seria decida naquela pasta.

Reajuste salarial

A convocação de Guedes ocorre após indefinição sobre o reajuste de 5% a servidores federais prometidos pelo governo. Ontem (6), o Ministério da Economia divulgou um detalhamento do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do segundo bimestre, divulgado no fim de maio.

Os valores apresentados no documento não incluem um possível reajuste linear de 5% para o funcionalismo. Esse aumento custaria mais R$ 6,3 bilhões aos cofres federais e necessitaria de um contingenciamento adicional no Orçamento. A Lei de Responsabilidade Fiscal permite reajustes para repor as perdas com a inflação até 30 de junho no último ano de cada mandato.

*Com informações da Agência Câmara

FONTE/CRÉDITOS: Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil *
Comentários:

Veja também

Seja bem vindo!