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Domingo, 14 de Agosto de 2022

Notícias/Política

Fábio e Beto votam a favor de legalizar jogos de azar; demais deputados foram contra

Câmara votou texto base da proposta que libera cassinos e bingos no Brasil

Fábio e Beto votam a favor de legalizar jogos de azar; demais deputados foram contra
TopMidiaNews
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Os deputados federais Fábio Trad (PSD) e Beto Pereira (PSDB) votaram a favor do texto-base do projeto de lei que prevê a legalização dos cassinos, jogo do bicho e outras modalidades de jogos de aposta. O restante da bancada votou contra a proposta em pauta na Câmara na noite de quarta-feira (23).

Com a aprovação, serão discutidos agora os destaques ao texto, antes do envio do projeto para a apreciação do Senado.

Veja como ficou o quadro:

•    Beto Pereira (PSDB-MS) -votou Sim
•    Fábio Trad (PSD-MS) -votou Sim
•    Bia Cavassa (PSDB-MS) -votou Não
•    Rose Modesto (PSDB-MS) -votou Não
•    Vander Loubet (PT-MS) – votou não
•    Dagoberto Nogueira (PDT-MS) -votou Não
•    Loester Trutis (União-MS) -votou Não
•    Dr. Luiz Ovando (União-MS) -votou Não

No geral, os deputados da ala liberal da Câmara foram os principais defensores do projeto. Enquanto a Frente Parlamentar Evangélica considerou que a legalização poderia se tornar uma ferramenta de facilitação da lavagem de dinheiro, e aumentar os casos de ludopatia (vício com jogo).

Os favoráveis indicaram que a aprovação vai atrair investimentos no turismo, fomentando os setores econômicos que atuam em torno da atividade; e tirar da clandestinidade uma prática já existente no Brasil.

Posicionamentos antes de votar

Antes da votação, alguns dos deputados haviam divulgado suas posições. 

Quer plebiscito

O deputado Fábio Trad (PSD) afirmou anteriormente que esse tipo de projeto, que impacta profundamente o Brasil, deve ter opinião pública colhida através de plebiscito. “Esta é uma típica questão que deve ser objeto de plebiscito. O povo deve decidir a respeito e sugiro que em outubro deste ano mesmo seja realizado o plebiscito no mesmo dia das eleições.”

Trad justificou a posição. “A razão do meu posicionamento é simples: existe um componente moral subjacente a este tema que envolve até mesmo orientação religiosa, de maneira que ninguém mais capacitado que o povo, em seu conjunto orgânico para estabelecer o paradigma que deve prevalecer na hora da decisão, isto é, se o aspecto moral ou de outra ordem deve preponderar.” 

FONTE/CRÉDITOS: TopMidiaNews
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