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Sexta-feira, 01 de Julho de 2022

Notícias/Economia

Mato Grosso do Sul é o que tem menos devedores no Serasa na região Centro-Oeste

Em compensação, o Estado está em 8º lugar no ranking nacional do nome sujo na praça.

Mato Grosso do Sul é o que tem menos devedores no Serasa na região Centro-Oeste
Marcos Morandi/Midiamax
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Mato Grosso do Sul tem 924.027 cidadãos com o nome sujo na praça, é o que tem menos devedores na região Centro-Oeste e está em 8º lugar no ranking nacional de inadimplência divulgado pela Serasa – a Centralização de Serviços Bancários. O índice de inadimplência das pessoas físicas de Mato Grosso do Sul agora está em 44,28% - acima da média nacional, que agora está em 40,3%.

Por estado, o valor médio da dívida de Mato Grosso do Sul é o maior da região Centro-Oeste, com R$ 1.379,00, seguido por Goiás, com R$ 1.285,00; Distrito Federal, com R$ 1.279,00 e Mato Grosso, com R$ 1.083,00.

O montante devido por Mato Grosso do Sul também é o menor da região Centro-Oeste. Em Goiás, o total da dívida dos inadimplentes com contas atrasadas há mais de 90 dias é de R$ 8,7 bilhões, seguido pelo Distrito Federal com R$ 6,7 bilhões, Mato Grosso com R$ 5,4 bilhões e Mato Grosso do Sul R$ 4 bilhões. Já o valor médio da dívida por inadimplente em Mato Grosso do Sul é o segundo maior da região Centro-Oeste, com R$ 4.380,25, sendo superado apenas pelo Distrito Federal com R$ 5.940,57. Em Mato Grosso, o valor médio da dívida por inadimplente ficou em R$ 4.360,30 e em Goiás a cifra é de R$ 4.092,41.

De acordo com Ana Vieira, especialista da Serasa, a inflação acima de dois dígitos – no caso de 10,06% no acumulado dos últimos doze meses, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) -, o índice de desemprego ainda acima dos 12 milhões, a queda da renda média para R$ 2.449, a menor desde 2012; os 38,9 milhões de brasileiros no mercado informal, a taxa de juros da Selic (Serviço de Liquidação e Custódia) de 10,75% ao ano e, agora, a disparada dos preços dos combustíveis e commodities são os fatores da permanência do gigantismo da inadimplência no Brasil.

FONTE/CRÉDITOS: Mídia Max News
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