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Padrinho de casamento, Zahran é acusado de dar golpe de R$ 5 milhões em casal


Camillo Zahran vendeu negócios de “fachada” a amigo: de exportação de ouro a lote de cachaça, diz denúncia Por Anahi Zurutuza | 28/01/2026 21:01
amillo Zahran no casamento dos denunciantes (no meio), de quem foi padrinho (Foto: Arquivo pessoal das vítimas/Reprodução) Por: Soares Filho | 28/01/2026 22:17

Principal alvo da Operação Castelo de Cartas, deflagrada pela Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) de São José do Rio Preto (SP) contra dois dos herdeiros do Grupo Zahran, Camillo Gandi Zahran Georges, de 36 anos, é acusado de dar golpe de R$ 5 milhões em casal de “amigos” de Campo Grande (MS). Ele e comparsas foram denunciados pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) por associação criminosa e estelionato em dezembro do ano passado, após longa investigação, que passou pelas mãos da Dedfaz (pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações), após vítimas procurarem a polícia em agosto de 2024.

Conforme relatado na denúncia, o personal trainer que atendia Camillo acabou se tornando amigo, bem como outro integrante da quadrilha, João Augusto de Almeida de Mendonça, e suas respectivas mulheres. Após ganhar a confiança do educador físico, Zahran passou a oferecer negócios à vítima com promessa de serem altamente lucrativos, de maneira semelhante à narrada pela Deic sobre a investigação em curso que culminou na operação desta quarta-feira (28).

 

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